| Auditores do congresso enfatizam benefícios financeiros do Ato Energético |
| Publicado por Joiris Manoela Dachery | |
| 19-Jul-2010 | |
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08/07/2010 - Autor: Fernanda B. Muller - Fonte: CarbonoBrasil Um relatório do Gabinete Congressional do Orçamento norte-americano foi recebido com satisfação na quarta-feira pelos patrocinadores do projeto de lei que visa cortar as emissões de gases do efeito estufa através de um esquema de comércio de emissões nos Estados Unidos. O gabinete, não-partidário, estima que a implementação das medidas do PL chamado Ato Energético Americano poderia reduzir o déficit federal em US$ 19 bilhões durante a próxima década, aportando cerca de US$ 751 bilhões ao mesmo tempo em que aumentaria os gastos diretos em US$ 732 bilhões entre 2011 e 2020. O PL Kerry-Lieberman resultaria em permissões de emissão de CO2 que custariam US$ 14 em 2012, aumentando para US$ 25 em 2020, segundo o relatório. O gabinete já havia feito estimativas sobre outros dois PLs, o Waxman-Markey que teria preços variando entre US$ 16-28 e o Kerry-Boxer entre US$ 18-33, em 2012 e 2020 respectivamente. O custo menor do PL atual, entre outras razões, seria devido “a oferta de mais apoio para o uso de energia nuclear para geração de eletricidade, menos fundos para certos programas de eficiência energética e para o desenvolvimento de compensações internacionais”. Além disso, houve uma modificação no período de redução das emissões das refinarias de petróleo e se tornou mais difícil o comércio de emissões por entidades não abrangidas no esquema. As perspectivas para a passagem do PL pelo Senado ainda este ano são reduzidas, pois muitos Republicanos e alguns Democratas ainda o enxergam como uma medida para aumentar impostos e prejudicar a economia. |
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